sábado, 12 de novembro de 2011

AS ORIGENS JUDAICAS DA FAMILIA OLIVEIRA


                     
Sim, a família Oliveira é de origem judaica. Abaixo transcrevo um texto que você pode encontrar aqui mesmo no grupo. Neste texto temos alguns detalhes

1. A família Oliveira era classificada no estudo genealógico-judaico como de comprovada origem judaica. Antes da inquisição a família “de Oliveira” era conhecida na Espanha como “Benveniste”, que adquiriu durante o domínio muçulmano, mas antes dos islamitas conquistarem a península Ibérica ela era chamada de “ha-Levi” ou de “ha-Itshari”, por ter sido esse o nome do fundador da mesma.

Os demais Benveniste que se estabeleceram em Portugal, com a introdução da Inquisição adotaram forma traduzida de seu sobrenome de família par disfarçar sua origem judaica, e esse nome traduzido
significa “bem vindo” e se tornou o sobrenome de família “Benvindo”, que ao chegar ao Brasil colonial e ao se estabelecer no Nordeste, se tornou muito numerosa no interior de Pernambuco e Bahia.

E como segundo a historiadora da USP Anita Novinsky – autoridade mundial em Inquisição Portuguesa - 1 em cada 3 portugueses que chegaram no Brasil nas primeiras décadas do após o Descobrimento era cristão novo, os Oliveira e seus primos os Levi ,Levy , Benveniste e Antunes chegaram em grande quantidade se concentrando principalmente na Região Nordeste.

As próprias crônicas da época atestam a presença de famílias Levi, Levy e Oliveira em grande quantidade no Brasil colônia.

O fundador da família Oliveira foi o rabino Rabi Abraham Benveniste que nasceu em 1433, na cidade de Soria, na província de Cáceres, no Reino da Espanha. Ele era descendente direto do Rabi Zerahiá ben-Its’haq ha-Levi e Gerona, que viveu no século 12 e era chamado ha-Its'hari, ou de Itshari, pelo fato de sua genealogia ir ate aos filhos de Its'har, que era tio do profeta Moshe Rabenu.

Esse rabino juntamente com toda sua família fugiu da Espanha antes da publicação do decreto de expulsão dos judeus em 1492. Mas antes disso, como na Espanha, eles viviam na província ou localidade de "Oliva-Cávia' ', já naquela época eles eram chamados Olivares ou Olivarez que significaria inicialmente os que são naturais de Oliva.

Porém cabe ressaltar que essa família levita se estabeleceu nessa localidade intencionalmente, por dois motivos, primeiro por ser interiorana e longe dos grandes centros da Espanha, onde começaram as primeiras matanças de judeus ou pogrons, promovidos por padres católicos fanáticos das ordens dos dominicanos e carmelitas, que incitavam a população cristã velha ignorante a matar os judeus cristãos-novos e os judeus ainda não conversos.

E em segundo, por causa do nome da localidade, que caso começassem o batismo forçados de novo, favorecia com que eles se tornassem cripto judeus ou judeus secretos em um sobrenome que
lembrasse e facilitasse mais tarde o resgate de suas raízes judaicas e a identificação de suas origens. Muitos sobrenomes de judeus sefardim anussim surgiram assim durante época da Inquisição. E como
ocorreu no caso dos “de Oliveira” que era então conhecido como Olivares?

Ocorreu de duas formas, primeiro eles aproveitaram o fato de que na palavra oliveira, está implícito o fonema das letras latinas, cujos sons representavam o som ou fonema do nome de sua família em hebraico Levy no caso L-V-Y. E isso lhes passou a mente pelo fato de que nas línguas semíticas como o hebraico, o aramaico, o árabe e o amarico da Etiópia, não se usarem vogais na forma escrita dessas línguas e sim somente as consoantes.

Foi devido a esses mecanismos lingüísticos adotados pelos sefardim e anussim, que muitas famílias judaicas conseguiram escapar dos ataques da Inquisição até pelo menos conseguir fugir da Península Ibérica.

Foi dessa forma, por exemplo, que dentre tantos outros milhares de sobrenomes na língua hebraica que os judeus com sobrenome Cohen, que significa sacerdote conseguiram camuflá-lo como Cunha, os Natan e Ben Natan, também de origem levítica se disfarçaram com o sobrenome Antunes/Antunez, os Ben Moreh que significam filhos do professor, viraram os Moraes e Moreira, os Ben Menashe ou filhos de Manasses ou descendentes da tribo e Manasses viraram os Menezes, os Ben Meir, ou filhos dos iluminados ou dos sábios se disfarçaram com os sobrenomes, Meira/Meireles.

Que os Fares da tribo de Juda, viraram os Farias, que os Ben Soher, que significa filho ou descendente de comerciante ou de guardas, virou Soeiro e Soares/Suarez, que os Ben Nun descendentes de membros da tribo de Efraim se transformou nos Nunes e Nunez, e foi assim também que os Ben Shimon descendentes da tribo de Simeão, com seu numeroso ramo na península Ibérica que incluem até o Ximenes/Ximenez da Galícia, se tornaram os Simões de Portugal.

E que os Guimarim ou estudantes e interpretes da Guemara, tratado religioso judaico, que era descendente da tribo de Levi, se transformaram na família Guimarães , e foi dessa forma ainda que a antiga família Quirós que é também uma família descendente da tribo de Levy, adotou os sobrenomes Queirós,Queiroz e Queiroga .

E existem muitos outros casos que abordarei no futuro de forma mais resumida.

A segunda razão pela qual os Benveniste ou Ha-Levy adotaram o sobrenomes Olivares/Oliveira, era porque eles também perceberam que como o óleo da santa unção usado par ungir os antigo levitas e sacerdotes judeus, tinha como seu principal componente o azeite ou óleo da planta oliveira, que era abundante na região de Oliva-Cavia.
Isso reforçaria mais ainda a origem judaica sacerdotal , mas disfarçada de seu sobrenome diante dos demais judeus que estavam partindo para a diáspora sefardita , com o decreto de expulsão de 1492.

Já o emprego do sufixo final ES/EZ presente no sobrenome inicial Olivares, era devido ao habito dos judeus sefardim e anussim, empregarem-na como uma sigla adotada pelos judeus cristãos-novos no final de seu sobrenome com duas finalidades, a primeira identificar de quem a pessoa judia descendia, em substituição da palavra hebraica ben e do aramaico bar, que significam filho de.

Essa sigla EZ/ES significa a expressão hebraica Eretz Yisrael e servia para apontar de que lugara a pessoa judia era para que os judeus pudessem identificar-se entre si sem serem notados pelos braços da Inquisição e dessa forma se ajudassem mutuamente como cripto-judeus, ou judeus secretos.

E como já expliquei anteriormente em outro texto, ele servia para que todos eles que tinham ES ou EZ no sobrenome, sendo filhos de... ou descendentes do povo de Eretz Yisrael, a Terra de Israel, e foi por isso também que os judeus ficaram em parte conhecidos na época da Inquisição como “a gente da nação”. Ou seja, da nação judaica.

E essa Sigla ou fonema ES/EZ que representa a frase Eretz Israel = Terra de Israel, para designar que a pessoa pertence a uma família de origem judaica ou do povo de Israel, convertida a força ao catolicismo durante a época da inquisição, é encontrado com a mesma finalidade tanto nos sobrenomes Perez/Peres/ Pires, como também para designar, por exemplo, a origem judaica dos sobrenomes de família de origem hispânico-portuguesa: Aires/Ayres, Anes/Annes (forma reduzida de Yohanes/Yochnam/ João), Rodrigues, Rodriguez, Hernandez/Fernandes, Henriques/ Henriquez, Mendes/ Mendez, Alves/Alvez, Alvares/Alvarez, Gonçalves/Gonzalez, Martines (de Martins) / Martinez, Galvez/ Galves, Gutierres/Gutierrez, Garcez/ Garcês (que originou o sobrenome Garcia), Ximenes/Ximenez, Soares/Suarez, Simoes/Simeones, Nunes/Nunez, Lopes/Lopez Gomes/Gomez, Marques/Marquez, Paes/Paez (variantes do sobrenome Paz), Meireles, Menezes, Abrantes, Neves, Olivares (que originou Oliveira), Fontes, Bentes, Tavares, Teles, Torres, Guedes, e assim por diante, são todos estes sobrenomes de famílias cristas-novas.

Com a lei que obrigava o batismo forçado em massa de judeus em Portugal, a família, Olivares/Benveniste /Levy, dividiu-se ao conseguir escapar da Espanha, em três grupos, com nomes distintos, os "Oliva-Cávia”, que depois viraram os "Oliver-Cavia”, os "Del Medico”, porque essa profissão era comum entre eles, e também muito difundida entre os demais judeus, especialmente na idade média na Península Ibérica.

Posteriormente na Itália se tornaram os "dal Medigo" e os Olivete, e os Olivares que ao adentrar em Portugal, trocou o sufixo ES pelo “EIRA”, tornando-se “de Oliveira”.

Após fugir da Espanha o Rabi Zerahiá ha-Levi de Gerona, e estabeleceu no sul da sul da França, de onde seus descendentes, os que se transferiram para a região central espanhola seguiram para Portugal dando origem aos Oliveira de onde por sua vez surgiram os seguintes ramos todos aparentados, além dos que mantiveram o sobrenome Benveniste: 'Oliveira, Oliveyra, Olivares, Olivera, Oliver, Oliveros, Olivetti, Olivette.

Um segundo ramo que se dirigiu da França para a Itália e Europa Oriental originaram os já citados "Del Medico" e "Del Medigo", e ao misturar-se com os judeus asquenazitas deram origem as famílias levíticas Horovitz, Segal, e Epstein.

Quero pedir desculpas aos amigos por não expor aqui as fontes de onde extraimos o material acima postado pois bem aí está:

"Marranos and the Inquisition on the Gold Route in Minas Gerais, Brazil" in The Jews and the Expansion of Europa to the West, 1450-1800" New York/Oxford: Bergham Books, Oxford, 2001, pp. 215-241.

Novinsky, Anita, Prisioneiros Brasileiros na Inquisição, Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 2001.

SALVADOR, J. Gonçalves. Os cristãos-Novos em Minas Gerais durante o Ciclo do Ouro. São Paulo, Pioneira, 1992.

NOVINSKI Anita. Inquisição, Inventários de Bens Confiscados a Cristãos-Novos no Brasil – século XVIII. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1978, pp.223-224.

Inquisição de Lisboa nº 6.515, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, manuscrito. Veja BROMBERG, Raquel Mizrahi. A Inquisição no Brasil: Um capitão–mór judaisante. São Paulo: Ed. Centro Estudos Judaicos, USP ,1984.

Sobre Manoel Nunes Viana, veja "o Processo de Miguel de Mendonça Valladolid, Inquisição de Lisboa 9.973". Lisboa, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, manuscrito e Manuscritos não catalogados "caixa 676, século XVIII, anos 1703 –1710, 29 janeiro 1710 e caixa 83, ano 1719. Lisboa, Arquivo Histórico e Ultramarino, manuscritos.

Existem ainda outros, mas para o que foi postado acima julgo ser suficiente

Alfabeto Hebraico



Verbos Hebraico


Toráh




Torá (do hebraico תּוֹרָה, significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah, חמשה חומשי תורה - as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Elohim com Avraham e seus filhos, e a libertação dos filhos de Yisrael do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moshêh para que entregasse e ensinasse ao povo de Yisrael.
Chamado também de Lei de Moshêh (Torat Moshê, תּוֹרַת־מֹשֶׁה), hoje a maior parte dos estudiosos do Criticismo Superior concordam que Moshêh não é o autor do texto que possuímos, mas sim que se trate de uma compilação posterior, enquanto os estudiosos do Criticismo Inferior acreditam que o texto foi escrito pelo próprio Moshêh, incluindo as partes que falam sobre sua morte. Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o conjunto da tradição judaica, incluindo a Torá escrita,Torá oral (Talmud) e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã.
Divisão da Torá
As cinco partes que constituem a Torá são nomeadas de acordo com a primeira palavra de seu texto, e são assim chamadas:
§  בראשית, Bereshit - No princípio conhecido pelo público não-judeu como Gênesis
§  שמותShemot Os nomes ou Êxodo
§  ויקרא, Vaicrá - E chamou ou Levítico
§  במדברBamidbar- No ermo ou Números
§  דברים, Devarim Palavras ou Deuteronômio
Geralmente suas cópias feitas à mão, em rolos, e dentro de certas regras de composição, usadas para fins litúrgicos, são conhecidas como Sêfer Torá, enquanto suas versões impressas, em livro, são conhecidas como Chumash.

  Origens e desenvolvimento da Torá
A tradição judaica mais antiga defende que a Torá existe desde antes da criação do mundo e foi usada como um plano mestre do Criador para com o mundo, humanidade e principalmente com o povo judeu. No entanto, a Torá como conhecemos teria sido entregue por Elohim a Moshêh, quando o povo de Yisrael, após sair do cativeiro no Egito, peregrinou em direção à terra de Canaã. As histórias dos patriarcas, aliados ao conjunto de leis culturais, sociais, políticas e religiosas serviram para imprimir sobre o povo um sentido de nação e de separação de outras nações do mundo.
De acordo com algumas tradições, Moshêh é o autor da Torá, e até mesmo a parte que discorre sobre sua morte (Devarim Deuteronômio32:50-52) teria sido fruto de uma visão antecipada dada por Elohim. Outros defendem que, ainda que a essência da Torá tenha sido trazida por Moshêh, a compilação do texto final foi executada por outras pessoas. Este problema surge devido ao fato de existirem leis e fatos repetidos, narração de fatos que não poderiam ter sido escritos na época em que foram escritos e incoerência entre os eventos, que mostra a Torá como sendo fruto de fusões e adaptações de diversas fontes de tradição. A Torá seria o resultado de uma evolução gradual da religião Yisraelita.
A primeira tentativa de sistematizar o estudo do desenvolvimento da Torá surgiu com o teólogo e médico francês Jan Astruc. Ele é o pioneiro no desenvolvimento da teoria que a Torá é constituída por três fontes básicas, denominadas jeovista, eloísta e código sacerdotal, e mais outras fontes além destas três. Deve-se enfatizar que, quando se fala destas fontes, não se refere a autores isolados, mas sim a escolas literárias.
Um estudo sobre a história do antigo povo de Yisrael mostra que, apesar de tudo, não havia uma unidade de doutrina e desconhecia-se uma lei escrita até os dias de Yosias. As fontes jeovista e eloísta teriam sua forma plenamente desenvolvida no período dos reinos divididos entre Yehudá Yisrael (onde surgiria também a versão conhecida como Pentateuco Samaritano). O livro de Deuteronômio só viria a surgir no reinado de Yosias (621 a.C.). A Torá como conhecemos viria a ser terminada nos tempos de Eszras, onde as diversas versões seriam finalmente fundidas. Vemos então o início de práticas que eram desconhecidas da maioria dos antigos Yisraelitas, e que só seriam aceitas como mandamentos na época do Segundo Templo como a Brit miláPessach e Sucót, por exemplo.
                                                     Conteúdo
Em Bereshit é narrada à suposta criação do mundo e do homem sob o ponto de vista judaico, e segue linearmente até o pacto de Elohim com Avraham. São apresentados os motivos dos sofrimentos do mundo, a constante corrupção do gênero humano e a aliança que Elohim faz com Avraham e seus filhos, justificados pela sua fé monoteísta, em um mundo que se torna mais idólatra e violento. Nos é apresentada a genealogia dos povos do Oriente Médio, e as histórias dos descendentes de Avraham, até o exílio de Ya'akov e de seus doze filhos no Egito.
Em Shemot mostram-se os supostos fatos ocorridos neste exílio, quando os israelitas supostamente tornam-se escravos na terra do Egito, o que carece de evidência histórica, e Elohim se manifesta a um israelita-egípcio, Moshêh, e o utiliza como líder para libertação dos Yisraelitas, que pretendem tomar Canaã como a terra prometida aos seus ancestrais. Após eventos miraculosos, os Yisraelitas fogem para o deserto, e recebem a Torá dada por Elohim. Aqui são narrados os primeiros mandamentos para Yisrael enquanto povo (antes a Bíblia menciona que eram seguidos mandamentos tribais), e mostra as primeiras revoltas do povo Yisraelita contra a liderança de Moshêh, que mata os descordantes sem dó, e as condições da peregrinação.
Em Vaicrá são apresentados os aspectos mais básicos do oferecimento das korbanot, das regras de cashrut e a sistematização do ministério sacerdotal.
Em Bamidbar continuam-se as narrações da saga dos Yisraelitas no deserto, as revoltas do povo no deserto e a condenação de Elohim à peregrinação de quarenta anos no deserto.
Em Devarim estão compilados os últimos discursos do personagem mítico Moshêh antes de sua morte e da entrada na Terra de Israel.

As vinte e quatro transgressões


O grande Maimônides, Rabi Moshê ben Maimon, talmudista, codificador, filósofo e médico, que floresceu há 800 anos, escreveu uma seção especial sobre Teshuvá em sua importante obra, Mishnê Torá.
No capítulo 4 desta seção, Maimônides enumera vinte e quatro tipos de transgressões que devem ser especialmente evitadas, pois é muito difícil arrepender-se delas. A dificuldade consiste no fato de que estas transgressões possam ser muito sérias, ou pelo contrário, muito leves aos olhos do transgressor, de forma a que ele sinta que o arrependimento não é possível no primeiro caso, ou necessário no segundo; ou novamente, são de natureza tal que corrigi-las é de fato quase impossível.
Dos vinte e quatro tipos de transgressão, declara Maimônides, quatro tipos são tão graves que D'us nega Sua graça especial ao transgressor, embora em outros casos D'us ajude o que deseja se arrepender a cumprir suas boas intenções de retornar a D'us.
Estes quatro tipos de transgressão são:
1. Aquele que faz com que outras pessoas pequem, ou as impede de cumprir uma mitsvá.
2. Aquele que usa sua influência para desviar alguém do caminho da Torá.
3. Aquele que permite que seu próprio filho se desvie do caminho da Torá, falhando em dar-lhe a educação e direção apropriadas; ou aquele que tem a oportunidade de impedir alguém de cometer um pecado, e não o faz.
4. Aquele que se ilude pensando: "Pecarei agora, e arrependo-me depois," ou: "O Dia da Expiação lavará meus pecados, de qualquer forma."
Os seguintes cinco tipos de transgressão são tais que, pela própria atitude e ações do pecador, ele bloqueia seu caminho a Teshuvá.
São eles:
5. Aquele que se separa da congregação, e não participa da vida comunitária judaica e de suas instituições, privando-se assim dos méritos que pertencem à toda a congregação, e dos méritos da prece congregacional e do arrependimento.
6. Aquele que nega as palavras dos Sábios e zomba de seus escritos sagrados, dessa maneira privando-se dos grandes benefícios espirituais neles contidos, com sua influência e inspiração.
7. Aquele que zomba dos Divinos Mandamentos, pois não se arrependerá de seus pecados.
8. Aquele que despreza seus professores espirituais, sem cuja ajuda ele provavelmente não achará seu caminho para o arrependimento.
9. Aquele que não aprecia palavras de repreensão, pois é muito difícil para uma pessoa atingir teshuvá sem influência externa.
A próxima classificação dos cinco tipos de transgressão, diz Maimônides, consiste de transgressões pelas quais é difícil fazer reparos ou restituição.
São elas:
10. Quando alguém comete uma ofensa contra uma congregação inteira, ou causa-lhe uma perda (como no caso do mau uso de dinheiro público), pois seria impossível ao ofensor conseguir o perdão de cada membro da congregação enganada pela sua ação.
11. Quando alguém participa num roubo cometido por outra pessoa, não conhecendo o proprietário do objeto furtado, sendo assim incapaz de fazer a restituição. Além disso, ao participar do roubo, ele encoraja o ladrão a roubar, sendo culpado de um pecado difícil de se corrigir.
12. Encontrar algo na rua, e deixando de procurar o proprietário do objeto perdido imediatamente; assim, provavelmente será impossível para ele achar o proprietário do objeto extraviado, e ele permanecerá de posse de algo que não lhe pertence.
13. Ofender um transeunte pobre, ou um estranho, pois ser-lhe-á impossível encontrar a pessoa ofendida para obter seu perdão, ou fazer-lhe a restituição.
14. Aceitar suborno para ministrar um julgamento incorreto, ou em caso de dar conselho errado a alguém. Num caso destes, é difícil avaliar a extensão do ferimento ou prejuízo causado à parte enganada, e corrigir este ato por completo.
As cinco transgressões que se seguem são passíveis de permanecer sem arrependimento, porque não são consideradas como transgressões:
15. Aceitar um convite para partilhar uma refeição que não seja suficiente para ambos, o anfitrião e o convidado. Isto tem "um toque de roubo" (ou, em termos hebraicos, "poeira de roubo"), pois o convite é forçado, o anfitrião fica envergonhado por não convidar alguém para a refeição, e na verdade está se privando de alimento por causa de sua vergonha. O hóspede pode pensar que nada fez de errado ao aceitar o convite, mas na verdade, tal convite não deveria ser aceito.
16. Fazer uso de um penhor deixado como seguro de um empréstimo. O credor pode pensar que o que faz não é errado, pois o penhor não é prejudicado. Mas na verdade, a pessoa não tem o direito de usar algo sem o consentimento do proprietário.
17. Cometer um pecado, não pela verdadeira ação, mas meramente com os olhos, como por exemplo, assistindo algo indecente. O observador pode pensar que nada está fazendo de errado, pois está apenas assistindo; mas na verdade a Torá o proíbe, pois está escrito: "E não te perderás pelo teu coração e pelos teus olhos."
18. Recebendo honras às custas de outra pessoa, embora com nenhuma intenção de envergonhar o outro, como por exemplo, quando alguém se compara a outra pessoa para provar que é superior a ela.
19. Lançar suspeitas sobre um inocente, embora não o acusando abertamente; até a mera sugestão ou insinuação é um pecado, não importa quão insignificante a pessoa o considere.
Finalmente, Maimônides enumera cinco tipos de transgressões, as quais, se cometidas descuidada e freqüentemente, tornam-se um mau hábito, e o transgressor achará difícil livrar-se dele.
20. Espalhar boatos ou agir como "leva-e-traz" de escândalos e rumores maldosos, que é pecado mesmo se o boato é verdadeiro e contado sem má intenção. Isto inclui todos os tipos de fofoca que alguém se permita ouvir ou repetir.
21. Lashon hará (calúnia), o pecado do homem com a língua venenosa, que é pior que um assassino, pois destrói a reputação de uma pessoa, que é mais preciosa que a vida, e que "mata" três vítimas com sua língua: ele próprio, a pessoa que escuta a maledicência, e a pessoa caluniada.
22. Raiva, o homem que torna-se facilmente irado, ofendido ou provocado, está sempre em perigo de fazer as coisas mais terríveis, e causar um prejuízo indizível a si mesmo e a outros. Além disso, a pessoa que se enfurece ou se ofende com facilidade, nega, indiretamente, a Divina Providência, e eis porque a raiva é comparada à idolatria.
23. Pensamento pecaminoso, permitir que os pensamentos se afundem em coisas pecaminosas pode tornar-se um mau hábito, e levar a sérios crimes.
24. Associar-se com más companhias pode da mesma forma tornar-se um hábito, mau em si mesmo, e que leva a más ações.
O grande Maimônides nos adverte especificamente contra todos os vinte e quatro tipos de transgressões mencionadas acima, pois são de natureza a tornar a teshuvá difícil, ou mesmo impossível. Porém isso não significa que não haja esperança para o pecador que cometeu uma ou mais das transgressões acima. Significa apenas que encontrará mais dificuldades e provações no seu caminho para o arrependimento. Mas se estiver determinado, apesar de tudo, a retornar a D'us, não há nada que atrapalhe ou impeça o caminho da teshuvá, asseguram nossos sábios.

domingo, 16 de outubro de 2011

Caráter não depende de Religião


     
                O que é Caráter?
O caráter são as qualidades especificas de uma pessoa, que as distingue de outra pessoa, conjunto dos traços particulares, modo de ser de um indivíduo; índole; natureza; temperamento, conjunto dos traços psicológicos positivos ou negativos de um indivíduo, que lhe determinam a conduta e a concepção moral: firmeza moral, que determina a coerência do indivíduo ao agir, ao proceder.
           De onde vem o nosso caráter?
A princípio nosso caráter vem do próprio D-us, ao entrarmos neste mundo temos em nós as seguintes qualidades: amor alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, humildade, autocontrole. Que é qualidade que encontramos no próprio Elohim, mas o nosso caráter pode mudar devido a influencia do ambiente em que vivemos, as influencias psicológicas são os principais fatores para mudança em nosso caráter. Quando nós crescemos adquirimos traços particulares que não encontramos em, mas ninguém, esses traços nos acompanharam pelo resto de nossas vidas, ao passo gradual do nosso crescimento, adquirimos um modo de ser, e passamos a ser conhecido por estas qualidades, traços, modo de sermos, nós chamamos de índole que é modo de ser característico desde o nascimento; temperamento; gênio, natureza, feição; cunho. Estas qualidades podem ser positivas ou negativas, dependendo da forma a qual aplicarmos as informações em nossas vidas. Os traços psicológicos positivos ou negativos ele pode determinar a nossa conduta, nossa forma de viver nos portarmos, tudo isso esta relacionado com nosso lado psicológico, depende da forma como entendemos tudo que esta em nossa volta, as coisas dependem muito do nosso ponto de vista, maneira de ver, sentir, interpretar algo; opinião, nossas ações são o resultado do que criamos em nossa mente, é a manifestação interna criada por nós. Olhe em sua volta tudo que você ver hoje é fruto de um pensamento de alguém, a forma que você entende e ver as coisas determina sua moral, suas regras, princípios, seus costumes, seus valores morais e éticos, sua conduta esta baseada nestes conceitos, que estão entranhados em você.

 De que forma nosso caráter pode ser influenciado?

Nosso caráter pode ser influenciado pela época em que nascemos locais, cultura, sociedade, família e educação que é a nossa influencia psicológica. As influencias pode ser positivas ou negativas as más amizades pode ser o principal fator para más influencias, mas eu quero falar a principio sobre influencia familiar.
Ø Família: quando nascemos em uma família que não tem compromisso com o D-us de Avraham, Yitzchak, Yaakov, isto é um sinal de que nascemos em um lar comprometido, e certamente sofreremos influencia negativa com relação ao nosso relacionamento com nosso criador, a falta de compromisso por parte da família afetará nosso caráter profundamente, causando em nós uma grande lacuna ou, seja uma ausência de regras disciplinas e normas de conduta, pois nascemos em um lar paganizado.
Um lar descomprometido com Elohim e comprometido com tradições e ritos pagãos, o fato de estarmos vivendo em um lar não comprometido com o D-us de Avraham Yitzchak e Yaakov, ameaça grandemente nosso caráter colocado por D-us dentro de nós. As influencia exercida sobre nós, por parte da família dependendo do lar que vivemos podem adquirir os seguintes maus hábitos: imoralidade sexual, impureza, indecência, adoração de ídolos, uso de drogas, rixas, contenda, ciúmes, ira, ambição egoísta, divisionismo, intriga, inveja, embriaguez, orgias e coisas semelhantes a estas. Tudo isso mudará completamente o nosso caráter, que é completamente oposto ao caráter que D-us nos deu.  E que ele quer que tenhamos. As demais citações que fiz tais como: época, cultura, local, sociedade, educação, influencias e costumes tudo isso é em parte parcialmente responsabilidade dos pais, e totalmente nossa ao alcançarmos uma idade que nos possibilite decernir entre o bem do mal.

                 O caráter perdido?

O caráter perdido é na verdade uma degradação da personalidade que nos foi dada por D-us, essa degradação tem um nome Hatá (pecado), A palavra Pecado é um termo comumente utilizado em contexto religioso, descrevendo qualquer desobediência à vontade de D-us; em especial, qualquer desconsideração deliberada das Leis Divinas. No hebraico e no grego comum, as formas verbais (em hebr. chatá; em gr. hamartáno) significam "errar", no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão. Em latim, o termo é vertido porpeccátu, em português pecado.
Oque é o pecado? Pecado é na verdade transgressão das leis de D-us, o pecado mantem o ser humano cativo a sua vontade, o pecado é desobediência, o pecado é a pratica da vontade da nossa natureza humana que é contraria a natureza de D-us.

Como recuperar o caráter perdido?

Nosso verdadeiro caráter recebido por D-us, só pode ser recuperado através de Yeshua, pois ele Yeshua nos disse: você conhecerão a verdade, e a verdade, os libertará, mas do que precisamos ser libertos? Do pecado que é a transgressão da torah do eterno e suas leis. Que verdade, precisamos conhecer? A verdade de que você foi enganado pelo pecado e tem ensinado que, a lei de D-us foi aboliada. Yeshua disse: Não pensem que vi abolir a Torah (lei) ou os profetas. Não vi abolir, mas completar.

A única forma de se recuperar o verdadeiro caráter é fazendo Teshuvah, arrependendo-se e retornando para a Torah (Yeshua) e suas leis, consequentemente você estará retornando para o próprio Adonai Elohim.
Shalom Alechem.

Símbolo de Família


 Este é um símbolo familiar, quando me refiro a familiar não estou falando de um símbolo conhecido, estou falando do símbolo da minha casa a qual eu presido. Este símbolo foi criado por mim, abaixo se segue as explicações do porque deste símbolo.
Para quem não conhece, aqui temos três figuras:
Ø Fluxograma
Ø Muro
Ø Prumo.
Ø Fluxograma: Diagrama que representa a solução algorítmica de um problema, de uma série de operações etc.; diagrama de fluxo.  É um tipo de diagrama, e pode ser entendido como uma representação esquemática de um processo, ou conjunto de procedimentos muitas vezes feito através de gráficos que ilustram de forma descomplicada a transição de informações entre os elementos que o compõem. Podemos entendê-lo, na prática, como a documentação dos passos necessários para a execução de um processo qualquer.
Ø  Apalavra fluxograma é uma junção de duas palavras Fluxo+ grama
Ø Fluxo: Abundância, torrente fluxo de palavras. Sucessão de acontecimentos, de fatos:
Ø Diagrama: Um diagrama é uma representação visual estruturada e simplificada de um determinado conceito, ideia, etc. Existem diversos tipos de diagramas e são utilizados em quase todas as áreas do conhecimento humano. Representação gráfica esboçada de alguma coisa; a ideia do fluxograma é para juntos criamos um meio de solucionar nossos problemas internos e externos, seja ele em qualquer âmbito. A ideia é um conjunto de regras e operações próprias para se fazer um cálculo, ou um método ou procedimento geral para se resolver determinado tipo de problema em um número finito de etapas, segundo regras predefinidas e uma série de operações (ger. repetidas) numa ordem estipulada, sequência finita e não ambígua de instruções computáveis que, aplicadas a um conjunto de dados, conduzem à solução de um problema ou permitem realizar certa tarefa. Série fixa de tarefas, ações, raciocínios etc. que, realizados passo a passo, levam a determinado resultado pretendido. Finalizo usando as palavras do mestre do fluxo, Yeshua ele disse: Suponha que um de vocês queira construir uma torre. Não se sentará e avaliará o custo, para ver se tem capital suficiente para completa-la? Se não o fizer, quando tiver lançado o alicerce e não for capaz de termina-la, todos os que a virem caçoarão de você, dizendo: Este homem que começou a construir, mas não pôde terminar. Tudo em nossa vida deve ser bem planejado para que o nome do eterno seja Glorificado por nós em nós e na nação.
Ø Muro: Um muro é uma estrutura sólida utilizada para separar ou proteger qualquer recinto. Para fazermos um muro é necessário primeiramente por o alicerce.
Porque ninguém pode lançar outro alicerce além do que já está posto, que é Yeshua, o Messias. Então ele me mostrou o seguinte: Adonai estava junto de um muro feito com um prumo, e estava com o prumo na mão.
Nós temos o alicerce, que é Yeshua! Agora cada família deve construir seu próprio muro, seja ele na nossa vida relacional com Elohim, espiritual, familiar, educacional, emocional, psicológica, financeira, social em todas as áreas da nossa vida que precisarmos construir, devemos nos lembrar de sempre que, quando formos construí precisamos fazer o melhor e com perfeição, o alicerce Yeshua. Os construtores somos nós, para uma construção de qualidade precisamos do prumo, Ele Yeshua, nos ensinou que ao iniciarmos uma construção precisa de planejamento, esse planejamento é o nosso fluxograma.
Yeshua disse: Suponha que um de vocês queira construir uma torre. Não se sentará e avaliará o custo, para ver se tem capital suficiente para completa-la? Se não o fizer, quando tiver lançado o alicerce e não for capaz de termina-la, todos os que a virem caçoarão de você, dizendo: Este homem que começou a construir, mas não pôde terminar. A construção de todas as coisas em nossa vida depende plenamente de casa um de nós. Temos o alicerce, mas precisamos construir um muro em volta das nossas famílias que esta desprotegida, quanto aos ataques de um incontável numero de situações que nos rodeiam. Desde a queda do muro de Adam, há uma necessidade muito grande de cada um de nós construirmos um muro em torno de nós e de nossas famílias, o muro é a estrutura sólida que protege nossas vidas dos ataques que surge diante de nós, até que entremos na cidade murada do eterno, a nova Yerushalayim, cujos muros são construídos pelo eterno. Nós devemos estar edificados sobre o fundamento dos emissários e dos profetas, do qual a pedra principal é Yeshua, o próprio Messias.
Apocalipse 21:12-19 Tinha um grande e alto muro com doze portões; junto aos portões, estavam doze anjos; e inscrito nos portões estavam os nomes das doze tribos de Yisra’El.
O muro da cidade foi construído sobre doze pedras fundamentais, e sobre elas estavam os nomes dos doze emissários do Cordeiro. O anjo que falava comigo tinha uma vara de ouro para medir a cidade, seus portões e o muro. Ele mediu o muro; a medida do muro era de 65 metros de espessura, segundo a medida usada pelo anjo. Os fundamentos do muro da cidade estavam decorados com todos os tipos de pedras preciosas _ a primeira pedra fundamental era diamante; a segunda, safira; a terceira, calcedônia; a quarta, esmeralda; a quinta, sardônico; a sexta, cornalina; a sétima, crisólito; a oitava, berilo; a nona; topázio; a décima, crisópazo; a décima primeira, turquesa; e a décima segunda, ametista.  Alguns usarão ouro, prata, pedras preciosas para construir sobre o alicerce; outros usaram madeira, feno ou palha.  No entanto, o trabalho de cada um será avaliado pelo que é; o dia o mostrará, porque será revelado pelo fogo – que testará a qualidade do trabalho de cada um.
Ø Prumo: Instrumento formado de um peso suspenso por um fio, usado geralmente. Na construção civil, para verificar se uma superfície está ou não na posição vertical: Instrumento também usado. Para medir a profundidade em rios, lagos, mares e oceanos.
No sentido figurado: Elegância de porte. Qualidade de quem tem juízo, de quem tem tino, prudência: Penetração de espírito; agudeza; perspicácia. Em posição vertical de 90° em relação à horizontal; perpendicularmente: Ergueu uma parede perfeitamente a prumo.   Em posição ereta; espigado: Os soldados formaram uma fila para a revista, todos a prumo, compenetrados. 
O prumo em nossas vidas é usado para corrigir nossa postura nossas ações, nossas atitudes, para que sejamos elegantes na presença do eterno. A nossa boa conduta e bons exemplos em meio à sociedade é o que o eterno quer de nós, o eterno quer que sejamos perfeitos, ajuizados, honestos, justos. O prumo representa a prudência em nossas vidas, devemos ser profundos no conhecimento, o prumo serve pra verificar todas as áreas de nossa vida e nos mostrar os possíveis defeitos, para que nós possamos corrigir. Precisamos frequentemente passar o prumo em nossas vidas, para mantermos uma vida reta e equilibrada, a torah é o prumo do eterno em nossas vidas, os ensinamentos dos profetas e dos emissários de Yeshua é o prumo em nossas vidas, a palavra do eterno que é o próprio Yeshua, é o prumo em nossas vidas.
O eterno diz por intermédio do profeta Yesha’yahu; Farei justiça ao fio do prumo e retidão ao prumo; Adonai estava junto de um muro feito com um prumo, e estava com um prumo na mão. Adonai me perguntou: Amos, o que você vê?. Eu respondi: “Um prumo”. Então Adonai disse: Usarei um prumo em Yisra’El, meu povo; nunca mais desconsiderarei suas transgressões. O prumo é a usado por Adonai Elohim para verificação e correção de em nossas vidas.
Shalom Alechem.